Caso você tenha lido o conto 3 sugiro que o revisite, pois esse capítulo é continuidade dos fatos que decorreram por lá. 

As histórias são distintas, mas conectadas.


Ela foi embora e eu continuei deitado na cama daquele motel barato, naquele quarto que frequentamos juntos nos últimos meses.


Fora sua despedida comigo e também do país, afinal, decidira morar com uma tia em outro país é construir uma nova história.


Confesso que essa notícia me pegou com certa surpresa, não me imaginava namorando com ela, nem ela comigo, mas ambos gostávamos um da companhia do outro, principalmente quando estávamos entre quatro paredes.


Resolvi cochilar por mais meia hora, tomei uma nova ducha, gelada. O telefone tocou, a recepcionista ofereceu café da manhã e aproveitou para relembrar que minha estadia estava para acabar em mais 40 minutos.


Me troquei, peguei a chave do carro, paguei s conta ée fui embora.


Na estrada que me levava até minha casa, parei em um posto de gasolina para abastecer e aproveitei para comprar a loja de conveniência para comprar mais um maço de cigarros, duas cervejas e alguns pães. Era domingo, ótimo dia para visitar meus pais.


Cheguei para o café da manhã, jogamos conversa fora por duas horas. Minha mãe resolveu iniciar os preparos do almoço, enquanto meu pai foi ao boteco da esquina do antigo bairro que vivia com eles e eu resolvi dormir um pouco. A noite, além de intensa, terminou se maneira esquisita.


Após o almoço, visitei um amigo que não via há meses. Compramos algumas cervejas, snacks, maconha e cigarros.


Já estava levemente embriagado, encontrei meu celular jogado no chão e quando o liguei, tinha mensagem de um número desconhecido.


Quando abri a conversa e baixei as fotos, identifiquei quem era. 


Um metro e sessenta e cinco, cabelos castanhos próximo à cintura, olhos grandes e esverdeados, peitos e pernas fartas.


Fazia alguns dias que não nos falávamos e semanas que não nos víamos e aquelas fotos, juntas de um convite me pegou de surpresa.


Fui relutante no início, minha última noite já havia sido esquisita, eu estava embriagado. Continuamos nos falando até que me despedi dos meus amigos e fui busca-la em sua casa.


Ela já estava no portão, com um vestido curto, batom vermelho…impecável. Entrou no carro e em poucos segundos fez questão de demonstrar que estava seu calcinha. A essa altura estava bastante excitado. 


Nos vimos pelo menos 4 vezes e em todas, acabamos a noite juntos na mesma cama.


Ela havia saído de um relacionamento longo e conturbado — eu com a minha vida conturbada.


Após 15 minutos dirigindo, ambos em silêncio.

– Trouxe a sua cerveja preferida.

Ela riu, um pouco sem graça e me agradeceu.

-Como foi o seu fim de semana?

Lhe respondi, sem citar o que havia se passado horas antes daquele mesmo dia.

Chegamos ao motel, o mesmo quarto da minha noite anterior esquisita.

Não foi proposital. 


Começamos a nos beijar e mesmo sem retirar o vestido, fui descendo passando a mão pelos seus seios. Subi um pouco o seu vestido, beijei seus seios, barriga, desci com minha boca e comecei a lhe chupar. Mais devagar que o de costume.

Aquele sabor dela era único, essa mulher me deixava pouco com apenas um sorriso e de repente, dias depois estávamos ali novamente.

Ela me virou e começou a chupar. No instante em que iria gozar, ela me interrompeu. 


Retornei circulando com minha língua em toda a cavidade úmida e foi então que ela me puxou novamente, usou da sua forca, me virou e sentou em cima de mim.

Não sei se por conta da noite anterior ou pelo que estava acontecendo, me senti surpreso, afinal, aquela postura dela nunca havia acontecido antes.

Começou a pular em cima de mim, até que alguns minutos tido depois eu gozei. Nos abraçamos fortemente, e era possível ouvir os dois corações batendo.

Bebemos algumas cervejas, mal trocamos algumas palavras. Deitados, lado a lado, comecei a acariciar e novamente estávamos excitados.

Lhe puxei com força, comecei a beijar. Ela estava de quatro e comecei com movimentos suaves, aproveitando o momento.

-Sou toda sua.

Aumentei a intensidade até gozar novamente.

Novamente jogados sobre a cama.

– Preciso ir embora. Tenho algumas coisas do trabalho para adiantar.


Eu apenas concordei. Tomamos um banho. E fomos embora.

-Te pego para jantar na quinta?

Ela apenas assentiu, concordando.


Na quarta-feira, acessei seu Instagram e vi uma foto sua publicada, em que estava com o namorado, com uma declaração de 500 palavras a ele.

Não estava mais solteira.

Continuei sem entender e bebi duas garrafas de vinho sozinho naquela quinta-feira, uma pelo sábado e outra pelo domingo.

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